O estudo da ética é tão remoto quanto a evolução dos tempos surgindo na Grécia classica, através dos estudos de Aristóteles considerado o pai da filosofia da Ética. No século actual dividimos a Ética em antiga e moderna. A antiga ou Aristotelica é a Ética das Virtudes, a moderna é a Ética dos Deveres, do bem estar colectivo,da Deontologia.Praticar a ética é determinar a melhor conduta, por meio de principios e valores estabelecidos com base na sabedoria e na justiça. Ser Ético significa agir visando o bem comum não apenas para si mas em relação ao outro, ou ao conjunto.
A Moral é definida com base no julgamento da sociedade e de um modo geral, compara e decide pela opinião da maioria.Diversas foram as Morais através dos tempos, modificadas quando falidas, quando ameaçavam a própria existência de uma sociedade. Um exemplo da mudança de valores morais da sociedade ocidental foi a abolição da escravatura que até ao sec. XIX era vista como mal necessário e perfeitamente justificado moralmente.A indignação ética tornou possivel o fim deste mau costume entre os povos.
A Deontologia está relacionada com a conduta profissional adoptada pelo empregador,isto é,as regras devem ser obedecidas para manter a ordem e o cumprimento dos deveres sem visar o beneficio próprio ou restrinção de pessoas.Em algumas profissões é estabelecido o Código de Ética e caso seja desrespeitado implica punições.A ética vem antes da moral pois dita as regras e os valores do individuo em relação ao meio onde vive.A moral é avaliada com base no respeito e cumprimento da ética.A deontologia visa a moral e a ética na conduta do individuo no exercicio da profissão de acordo com as normas da empresa ou grupo para quem trabalha.O individuo pode ser punido caso não siga as ordens e normas estabelecidas.No mundo contemporaneo ser ético tornou-se um elemento de profunda estratégia de convivência pacifíca entre as pessoas quer no trabalho, na sociedade ou mesmo no país onde vive.
"Age de tal maneira que a máxima que guia a tua acção,possa servir de lei universal" KANT
Cláudia Silva
ResponderEliminarCom a frequência desta formação concluí que como bom profissional que qualquer cidadão deveria ser, para alcançar o caminho para o sucesso e a realização pessoal que por vezes se torna um caminho sinuoso, temos que dar o 1ºpasso para atingi-lo e defini-lo adquirindo novas competências, o 2º é pegar no mapa para lá chegar com capacidade de organização e sentido de antecipação, chegando lá com o transporte que temos: cultura geral, facilidade de expressão, polivalência, competência…adquirimos maior reflexividade e compreensão para nos relacionarmos, fazer a formação ajudou-me a chegar lá. Procurando aperfeiçoar-me para conseguir atingir os meus objectivos, cumprindo os meus deveres, assiduidade, pontualidade, disponibilidade, valores hierárquicos, etc. … E zelando pelos meus direitos. Contribuir para uma sociedade bem formada. Consultar: www.grupolusofona.pt (especialização em mediação contexto escolar conflitos)www.mj.gov.pt (tribunal de trabalho) www.metodista.br (código europeu deontologia profissional (relações publicas) www.cpihts.com/library/deont.hm Serviço social
A importância da excelência profissional
ResponderEliminarExcelência é avantajar-se, extremar-se de outros ou entre outros. É ter envolvimento com aquilo que se faz. Para isto, são necessários três aspectos fundamentalmente (estes três aspectos serão abordados mais detalhadamente nos próximos artigos):
* Desenvolvimento contínuo – buscar actualização e aperfeiçoamento constantemente. Investir no seu auto desenvolvimento. Se por um lado, infelizmente – mas infelizmente mesmo – as empresas, considerando a grande oferta de mão-de-obra, têm abdicado desta tarefa, o mesmo não pode acontecer com o profissional que é obrigado a assumir o compromisso do aperfeiçoamento contínuo para não ficar à margem do mercado.
* Auto motivação – encontrar os motivos que o levam a agir. E encontrá-los dentro de si mesmo e não apenas nas coisa externas (prémios, ambiente, promoções, etc.). Isto porque, se a motivação for interna (auto motivação), mesmo quando estes factores não estiverem presentes você terá “combustível” para o que se propõe.
* Comprometimento – ter responsabilidade e envolvimento pelo que se faz. Muitos acham que isto é dar lucro para o patrão. Afinal de contas trabalhamos “para” ele. Mas no fundo, você não trabalha para uma empresa ou para uma pessoa e sim para você mesmo. Ninguém devolve ao final do mês seu salário. Você precisa ou pelo menos se satisfaz com ele, ou ainda o considera um reconhecimento. Mesmo em um trabalho filantrópico, em que não recebemos um valor monetário pelo esforço, recebemos um retorno de outra forma. Alguns se sentem mais úteis, mais gente. A verdade é que, apenas quando não precisarmos do dinheiro, reconhecimento ou gratificação pessoal, estaremos trabalhando para alguém. Caso contrário está trabalhando para nós mesmos. Para obtermos o que precisamos. Por isso, faça o melhor para você. Comprometa-se com seu trabalho.
Certa vez, perguntaram para Thomas Edson algo mais ou menos assim: - Como você se sente sendo um génio, uma pessoa tão brilhante que, além da lâmpada, teve mais de mil outros inventos registados?
Ele, respondeu de pronto:
- Se todos nós fizéssemos as coisas que somos capazes de fazer, ficaríamos todos literalmente maravilhados com os resultados.
Acrescento a isto, a frase da consultora Lídia Barbosa: “o ser humano não tem limites mas, decididamente, ele é o retrato daquilo que pensa e acredita ser. A força que existe dentro de cada um é infinitamente maior do que imaginamos”.
Pare e pense em sua vida profissional. Qual rumo você quer dar a ela? Ser apenas mais um ou ir além, alcançar a excelência? Acredite, há uma força e uma capacidade muito maior dentro de cada um de nós. Descubra isto e maravilhe-se. Entre para o septeto grupo dos profissionais com excelência.
Não espere, faça melhorar! Sucesso.
Cláudia Silva
Um conselho às entidades patronais: Contrate e promova primeiro com base na integridade,segundo na motivação,terceiro na capacidade,quarto na compreensão,quinto no conhecimento, e por último, como factor menos importante,na experiência.Sem integridade, a motivação é perigosa,sem motivação a capacidade é impotente,sem capacidade,a compreensão é limitada,sem compreensão, o conhecimento é insignificante e sem conhecimento a experiência é cega.Uma pessoa com todas as outras qualidades, adquire facilmente e coloca, rapidamente em practica a experiência.O que fazemos é grande parte do que somos! Claúdia Silva
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